Sobre O Post It

O Post It não dá opiniões avalizadas. Manda bitáites. Se eventualmente estivermos errados, não hesitem em corrigir-nos. Vai dar-vos bastante trabalho, mas não desistam.

O Post It não é completamente-completamente plural. Só é plural até ao ponto em que alguém se comporta de forma absolutamente animalizada. Até lá, somos bastante pacientes e colaborantes até. Dependendo dos dias…

O Post It não é um blogue especializado em qualquer tema. Em boa verdade, somos bem portugueses: sabemos tudo sobre tudo e nada sobre nada. Somos treinadores de futebol, economistas e engenheiros (!ups) nuns dias, ou seja seremos do tipo “eu cá acho que…”, e noutros dias seremos “Sei lá! eu cá gosto é de bifes”.

A nossa linha editorial é um novelo todo emaranhado, mas existe.

2 responses to “Sobre O Post It

  1. José Ferreira

    Escreve-lhe um cidadão, ouvinte há vários anos do seu programa Questões de Moral.
    Suponho que é a primeira vez que o contacto e faço-o agora pelas razões de moral adjacentes ao fim do seu programa na Antena 2.
    Soube do seu email e arrisco a escrever-lhe dando-lhe conta das minhas preocupações quanto a este facto e quanto ao que se pode fazer e/o que pode ser feito nas actuais circunstâncias.
    Adivinho que estaremos na mesma faixa etária e é notória a identificação das suas preocupações de moral com as minhas; já assisti a muitas tropelias do gentio que ora vai tomando conta dos destinos do mundo e esta é mais uma daquelas que visam manter o homo-sapiens em baixo estágio de desenvolvimento, como forma de manter o domínio da mediocridade sobre a inteligência, da igorância sobre a cultura, e muito mais aspectos retrógados que é redundante aqui citar.
    Meu caro Joel Costa (permita-me a liberdade do tratamento) tenho nos ombros muitos anos de luta, sob as mais diversas formas, contra justamente a ignorância, a mediocridade, a desorganização e o alheamento; estou desiludido com o caminho que as coisas vão tomando, mas não me sinto derrotado, pois sei que o futuro, apesar de se apresentar negro, é inevitável que leve o ser humano a um estágio superior da sua vivência; a minha certeza advem de saber que isso é próprio da natureza humana é é inevitável que venhamos, como seres humanos, a percorrer o caminho que nos leva a tal.
    A sua dispensa da feitura de um programa como o Questões de Moral é mais um episódio dessa dialética que se vem desenvolvendo há já algum milénios; mas não se acanhe que a razão e a inteligência vão ganhando sobre os medíocres moços de recados, os quais agora estão por cima, provisóriamente. A história se encarregará de os varrer para o caixote do lixo. A menoridade mental só se mantém pela prepotência e pela violência, e enquanto o nível de ignorância e organização estiver insuficiente; quando este pressuposto se inverte acontece história.
    No que se refera ao programa Questões de Moral estou em contacto com dois ouvintes que nunca vi nem conheço pessoalmente mas que nos sentimos unidos na rejeição do fim abrupto do mesmo. Muito provavelmente haverá mais aspectos que desconhecemos e não parece que haja alternativa do que alargar os contactos de forma a adquirir o conhecimento que falta para enquadrar a nossa atitude e possível acção.
    Neste sentido muito gostaríamos que nos desse uma palavra sobre a sua disponibilidade para continuar a feitura do Questões de Moral ou doutra realização que aproveitasse as suas inegáveis qualidades tão bem demonstradas ao longo destes anos. Não ignoro que a idade e a saúde são algumas das hipotéticas dificuldades de qualquer ser humano, mas poderá haver outras que só o próprio deverá equacionar e divulgar.
    O que quero é equacionar uma correcta e eficaz acção no sentido de reverter a situação do Questões de Moral, ou apoiar uma outra acção que viabilize a divulgação do muito que ainda tem para nos transmitir; sim, não acredito que uma pessoa com a sua vivência tenha concluído que chegou ao fim da sua actividade útil e resolva ficar mudo e quedo!
    Resumindo, penso que, nós ouvintes e pagantes do serviço público, podemos fazer alguma coisa. O quê é a questão de moral que se me coloca.
    Vou dar conhecimento desta missiva aos outros ouvintes com quem estou em contacto e, entretanto, incluo o texto dum email anterior por mim enviado aos mesmos e que acrescenta mais um pouco ao que já escrevi.
    Ficamos a aguardar alguma palavra da sua parte,
    José Manuel Ferreira, Rana, Cascais

    • José Ferreira

      Este foi o email que enviei hoje a Joel Costa e publiquei-o aqui para conhecimento dos interessados sobre o fim do programa Questões de Moral

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